Me chamo Lucas, e alguns me chamam de Sean. Não tem muito a ver, mas é um nome que eu amo. Sinto que me faz bem, e poucos podem me chamar assim.
Poucos que irão sentir.
Sobre minha dose de escrita, poesia e amor, falta de amor, desejos e não correspondido. Escrevo este texto, que me representa em vários sentidos.
Texto 1:
Eu não sabia
o que era real, diferente ou imaginário. As coisas pareciam tempo de mudança,
em tempo de recriar. Vivia solitariamente, me apaixonando e reconstruindo
aqueles pedaços que eu mesmo fiz existir.
O barulho
que se segue, diante de uma cachoeira, e as águas que caem sobre suas rochas,
destroem muralhas como pequenas aberturas entre elas. Fazem de si, um novo
local, um novo caminho. Poderia citar o que gira em novo, novo mundo.
Os sons do
teclado me dizem o que escrever. Parece uma máquina de escrever, uma máquina
com um som. Um som bom. Ou, bom som.
Eu não sabia
se estava na realidade,
No mundo
imaginário.
No coração
de outra pessoa, ou vivendo algo diferente.
Escrevo o
que vem de imediato, penso no que for de exato.
Seja amor,
teoria, paixão, salvação, desejo, loucura, prazer, aventura. Nada de “e” ou “e
se”; A vida é uma desventura.
O tempo
passa devagar, as horas ainda mais. Mas quando tenho algo de importante, tudo
se esvai.
Corre os
laços sobre meus dedos, correm pulseiras em meu pulso. Correm lágrimas dos meus
olhos, caem lágrimas sobre meus lábios. Correm pessoas ao meu lado, minha vida
continua parada.
No barulho
do momento, me esqueço até do vento. É ventania sem sentir, é barulho sem se
ouvir. É estranho e assustador, minha vida é um horror.
Eu vivo
diversas vezes, eu morro em quase todas.
Queria ter
um copo de café, um bom livro, uma boa vontade de ler este livro, de falar
sobre ele com alguém, de poder beijá-la logo em seguida. De dizer o quanto amo,
de viver mais uma vida.
Diferente,
sem parágrafos.
Sem limites.
Possessão,
desejo, pré-amar, desenvolver, crescer e simplesmente, aparecer.
Vodka,
wisky, cerveja, cigarros, drogas, livros, CD´s, discos, USB, celular,
computadores, músicas, amor, paixões, pessoas, bocas, lábios, sorrisos, amigos,
felicidade, dor, horror, sexo, prazer, sexualidade, viver.
Você não
precisa de muito, eu preciso de pouco.
Eu só quero
uma boa música e uma melodia encantadora, que vivam intensamente, me dizendo
que eu... Posso.
Sean Buk. - Lucas Natan.
Nenhum comentário:
Postar um comentário